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vitorpecurto

ESQUEÇAM... OU NÃO...

por Vitor Pécurto, em 24.08.20

baixados.jpg

São várias as questões que me são postas, agora com os tais dos 63 anos e com este ano a ser tão madrasto não posso de deixar de fazer perguntas a mim e a este bendito ano que dá pelo nome de 2020.

Que esperar desta juventude que estamos a criar, a moldar?

Estamos a ficar sem argumentos para que eles, juventude, não embarquem em um qualquer barco de demagogia e de lideres com ideias populistas sem fundamento para com uma sociedade que se queria igual ou pelo menos não muito desigual.

Sim, eu sei que com toda esta oportunidade para esta gente com este discurso é muito fácil embarcar, pois é o que eles querem ouvir que lhes é dito, sem medo, sem vergonha, sem sentido de democracia e que os leva a acreditar em sonhos de pseudo democracia.

Estamos a ficar vendados, estamos a ficar sem argumentos que rebatam estas posições disparatadas de quem sonha com o poder a qualquer custo.

Fomos brandos para com esta juventude?

Não conseguimos passar a mensagem dos nossos Pais que foram maltratados, presos e rebuscadamente cerceados de todos os seus pensamentos de liberdade e conforto para com as nossas famílias?

Está complicado de acreditar nos políticos instalados, nos partidos que conhecemos...

Não está fácil!

Como se tudo isto já não nos desse pano para mangas, ainda aparece o bendito do vírus!

Este 2020 é mesmo para esquecer, dizendo que é um ano anormalmente, normal, nada tem de bom pois como comecei por dizer são várias as questões que se põem a um tipo com a minha idade:

Medo, sim claro, pavor que um familiar seja infectado, claro que sim, ignorância para o que vai acontecer, mesmo, e ficamos neste estado de medo, pavor sem saber o que fazer para nos defendermos de tudo isto,

Não vemos muita vontade de suster isto por parte de largas franjas da população, temos visto mesmo o contrário, festas e convívios anormalmente com gente a mais e sem terem o menor cuidado.

A vacina, pois isso, ainda não me conseguiram convencer a meter o bicho dentro de mim, ainda estou deveras séptico a dar esse passo, acredito em todas as vacinas instaladas, agora nisto feito á pressa, não se acredito nestes anos mais próximos.

Como pode ver não passo tudo o que me vai na alma, tenho que pensar em mais umas coisas que me assolam em demasia e pensar em por em discussão, talvez com medo das respostas, talvez inclinado a acreditar em algum raio que nos leve a pensar mais branco sem nuances estranhas.

Até breve

Voltarei - Antónia Ruivo

por Vitor Pécurto, em 02.07.18

Voltarei

Quando o dia raiar e o sol sussurrar

todas as palavras de amor

que a alma esqueceu.

As palavras voam pelos telhados:

Já amanheceu!

 

Por onde andaste

pergunta pertinente

criança esquecida

trancada pela vida

 

Sonhos saqueados à nascença

como todos os poetas sou utópica

e as cicatrizes

são as páginas rasgadas

de um livro sem futuro.

 

Quando o dia raiar e o sol sussurrar

voltarei…

Que me esperem os poemas

aqueles, que sem saber

Inventei.

 

Meu Lindo País...

por Vitor Pécurto, em 18.10.17

homem_so.jpg

Isto do meu lindo País vai de mal a pior.

A saber:

Temo que ainda existam pessoas que não saibam, mas eu explico, não confio em político nenhum, tenho uma eterna esperança neste povo que sofre, sofreu e parece que continuará a sofrer de uma maneira que nem eu próprio entendo.

Temos um País lindo, temos:

Temos um Povo que é uma delícia, temos:

Temos mar, praia, montanha, lagos, ilhas lindas, temos:

Temos um povo hospitaleiro, temos:

também temos mafiosos, ladrões, assassínos, pessoas mal formadas, com isto dizer que temos algumas coisas que mais ninguém tem, mas também muito lixo.

Claro que esta conversa me leva ao que se passou/passa no meu lindo País no que concerne aos fogos assassínos que vêm desde o Verão e que sem ninguém perceber pioraram esta semana. Estranho.

Mais de cem mortos, milhões de euros em prejuízos, desalojados, enfim um sem fim de desgraças.

Nesta coisa das responsabilidades políticas eu percebo, claro que sim, pois se o chefe mete os pés com, ou sem culpa no terreno, desde logo é responsável pelas indicações de sub-chefes que proliferam naquela escada sem fim de poder ou pseudo poder, mas com responsabilidades no terreno.

Tudo falhou, pois, mesmo tudo, coitados dos bombeiros de Portugal que têm de cumprir ordens de gente que só viu fogos na televisão e pouco mais.

Negociatas sem fim, datas que são respeitadas ao segundo, pois a partir da data que alguém escreveu que acabariam os fogos, pois acabou mesmo a época, independentemente se o calor ficou, se o calor vai continuar, se o País está em seca extrema, nada disso conta a data, essa sim, muito importante.

Ora que isto tudo cheira a esturro, cheira.

Este governo tem culpas, têm, mas temos de recuar no tempo para tentar perceber o que se passou em dezenas de anos de inércia, à e das negociatas sem fim nos combates aos fogos, em tudo que rola nesta indústria do fogo, sim existe e dá milhões de lucro a parasitas neste meu Lindo País.

A máfia política que só pensa em lucro puro e duro, já conta em poucos meses com mais de cem farpas de pessoas ceifadas à vida pela sua ganância do lucro fácil.

E pronto a ministra foi embora, tem culpas, têm, claro que sim pois deixou-se rodear de gente que não tinha nem nunca terá a experiência de combate aos fogos no terreno, como pode alguém que está confortavelmente sentado num camião a botar discurso e não conhece o terreno real onde se está a trabalhar?

Comandantes de Bombeiros locais relegados para a porta do bendito camião...

Bombeiros com ordens díspares...

o Siresp, se não fosse tão trágico e mauzinho era mesmo só para rir, pois estão ali milhões dos belos euritos e aquilo não funciona... Nem dentro do Colombo... ok...

Certo!

Agora que isto tem contornos muito estranhos, tem, esta algazarra de políticos que têm culpas no cartório e agora aparecem com uma varinha mágica para repôr tudo, para fazer tudo bem, para vender de novo frases pré-feitas em outros episódios que o povo tem na memória.

Morreram pessoas, pessoas ficaram sem nada e o que temos é mais do mesmo.

 

 

 

TIMOR... EU

por Vitor Pécurto, em 29.03.17

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Muito boa tarde, se existem coisas na minha vida profissional da qual eu me orgulho e nunca esquecerei, foi o de envergar esta farda e a boina da UN,

A dado passo da minha vida consegui fazer algo de enorme, para mim claro, a tentativa de ajudar um povo irmão a definir a sua vida enquanto nação e enquanto povo soberano, com a sua identidade, coisa que eu acho que o povo Timorense nunca perdeu durante toda a vigência da ocupação por parte de outro país.

Faria tudo de novo, com alegria de ver aqueles sorrisos quando viam uma bandeira Portuguesa.

Obrigado Timor, obrigado UN, obrigado FAP, por me deixarem fazer algo muito bonito.

ONTEM

por Vitor Pécurto, em 24.03.17

Ontem fiz um post no tal do facebook, a mostrar a minha total "raiva" para com uma coisa que começa a pairar no ar, o mal é quando paira mesmo, quer dizer que mais dia menos dia cai.

Ora, explicando;

A ideia é açucarar que quanto mais se trabalha, ou seja quanto mais descontas para a segurança social, talvez um dia se venha para casa com a dita reforma por inteiro.

Isto explica a ideia de alguns, que o que se passa é que estes políticos querem mesmo é que as pessoas trabalhem até ao último suspiro e depois ... depois foi só lucro para o Estado.

Bom mas isto vindo de quem diz que nos governa até que nem me espanta muito, pois todos sabemos, acho eu, que sejam de que quadrante forem eles, os políticos só têm boas ideias quando pensam em se reformar.

O meu maior espanto no meio de tudo isto é que não fazia a minima ideia que tanta gente tinha começado a trabalhar aos 12 anos, 13 e alguém referiu que começou aos 11 anos de idade, pronto e vamos todos acreditar que começaram a descontar para a segurança social com essas idades... eu não acredito com a agravante de que eu me lembre, ainda me vou lembrando de coisas, com essas idades era trabalho infantil e claro proíbido... digo eu.

Como se pode vir a terreiro dizer que o nosso dinheiro, o tal que nos foi logo retirado do ordenado, nos vai servir quando quase todo ele irá para a farmácia e pouco mais...

Se as pessoas lá conseguirem chegar...

ESPERANÇA...

por Vitor Pécurto, em 24.03.17

Bom dia:

A tal da esperança, que dizem ser a última a morrer, faz com que arrumemos os nossos ideais tipo plataformas.

Durante a vida vamos tendo esperança que tudo corra bem, vamos tendo esperança que os nossos filhos tenham uma vida digna e sem problemas, vamos tendo esperança que a doença não nos toque, vamos tendo esperança, sei lá de tanta, mas tanta coisa, que por vezes nem acreditamos que temos esperança de alguma coisa.

A vida ensina que nem tudo é bom, nem tudo é digno de ter esperança, mas chegamos a um estádio da nossa vida que essa tal de esperança começa a ficar muito, mas muito, presente nas nossas vidas.

Se temos a tal da saudade, temos esperança de não ter saudade... por vezes corre bem, outras nem por isso.

Se ficarmos esperançados que a esperança nos ajude, aí fica tudo pior pois por vezes a tal da esperança não nos liga nenhuma.

Eu tenho esperança que...

Sou - Poesia de Antonia Ruivo

por Vitor Pécurto, em 07.01.13


Piolho pegadiço, sol de pouca dura
Algo enjeitado p`la sorte ou ventura
Alma penada rajada do norte
De força esvaída mas com algum porte

Sou

A sombra no olhar do espelho incrédulo
Sempre que confronto esta realidade
Sozinha na vida no mundo perpétuo
Contudo perdurando por louca vontade

Sou a outra metade é o que oiço dizer
Leviandade do verbo querer
Sou pedaço de mim e de ti assumido
Destroços no chão de um reino esquecido.

Da Minha Amiga Antónia Ruivo - Primeiro Poema

por Vitor Pécurto, em 06.01.13


Primeiro poema...

Se perguntar ao sol porque nasce de manhã
Certamente responderá é a lei da natureza
À cor se indagar qual a forma da romã
Logo replicará com sublime certeza

Tudo nasce tudo morre, segue caminho direito
Caprichosa é a sorte, outras vezes é cruel
Trás o gelo no inverno no verão sol infernal
Mas no fim sempre acolhe de um jeito magistral
Os filhos então desnudos, os aconchega no peito

Este primeiro poema de um ano que finda em treze
Trás nas linhas o queixume e o mel por entre os pontos
Da alma transporta a esperança e a cor das violetas
No regaço das palavras que se tornam fugidias
Transtornadas e cansadas outras vezes tão vadias
Levará o sol em ombros para aquecer o seu dia.

Este primeiro poema tão febril ao alvor
Ao meio dia é nostálgico á tardinha friorento
Por entre vírgulas conduz a crença do momento
Ternura feita vontade que o verso desperte em flor.

Que lhe traga serenidade e um sol madrugador.

Boa tarde

por Vitor Pécurto, em 28.05.12
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SIMPLY RED

por Vitor Pécurto, em 15.04.11

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